Estirpe y contiendas de Humberto Solás

Estirpe y contiendas de Humberto Solás

Nelson Villagra em Cantata de Chile (1976)

Barrio Cuba (2005)

Estirpe e disputas de Humberto Solás

Neste Caderno, Joel del Río nos acompanha através do cinema de Humberto Solás, uma das figuras mais emblemáticas do cinema cubano. Analisa a temática de seus filmes; nos mostra como foram recebidos pelo público e pelas instituições cubanas de cinema, e ainda as transformações que sofreu seu cinema ao longo de sua extensa carreira.

 

JOEL DEL RÍO

Joel del Río atua no jornalismo e, particularmente, na crítica de arte desde 1994 no jornal Juventud Rebelde, primeiro, e depois em inúmeras publicações especializadas cubanas. Seus trabalhos no tema do audiovisual também foram publicados em Cahiers du Cinema. España, Cinemas d’Amerique Latine, a revista da Associação de Estudos Latino-Americanos, site da escola de Guionismo no México, Sinergias del cine latinoamericano da Universidade de Cambridge, a revista de Estudos avançados do Brasil e o catálogo do Festival Internacional de Documentários de Yamagata (Japão), entre outras. Trabalhou como jornalista no ICAIC e na Escuela Internacional de Cine y Televisión, em San Antonio de los Baños, onde também atua como professor das oficinas de gêneros cinematográficos. Na Facultad de Comunicación de la Universidad de La Habana e na Facultad de Arte de los Medios de Comunicación Audiovisuales, ministrou os cursos de História do cinema e Jornalismo cultural. Foi responsável por espaços de crítica cinematográfica no rádio e na televisão. Publicou os livros Latitudes del margen (2004), um estudo do cinema latino-americano contemporâneo, Los cien caminos del cine cubano (2009, em co-autoria com Marta Díaz), Melodrama, tragedia y euforia: De Griffith a Von Trier (2012) e El cine según García Márquez (2013).


Publicaciones relacionadas