La jaula de oro

Diego Quemada Diez - Gibrán Portela - Lucía Carreras

La jaula de oro

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La jaula de oro

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La jaula de oro

Diego Quemada Diez - Gibrán Portela - Lucía Carreras

La jaula de oro

Diego Quemada Diez - Gibrán Portela - Lucía Carreras

La jaula de oro | Diego Quemada-Diez | México, Espanha | 2013 | 110 min.

Juan, Sara e Samuel, 15 anos, fogem da Guatemala para tentar chegar aos Estados Unidos. Durante sua passagem pelo México, conhecem Chauk, um indígena tzotzil que não fala espanhol e viaja sem papeis. Os adolescentes sonham com um mundo melhor ao ultrapassarem a fronteira mexicana, mas logo se enfrentam a uma realidade bem distinta.

DIEGO QUEMADA-DIEZ

Nascido na península ibérica, Diego Quemada-Diez vive na América há quase duas décadas. Seu primeiro trabalho no cinema veio pelas mãos de Ken Loach em Terra e liberdade (1995), como assistente de câmera. Formou-se em Cinematografia no American Film Institute (AFI). Seu filme de graduação Una mesa es una mesa ganhou o Prêmio de Melhor Cinematografa da American Society of Cinematographers (ASC). Colaborou como operador de câmera em diversos longas-metragens com diretores como Spike lee, Alejandro Gonzalez Iñárritu, Tony Scott, Fernando Meirelles, entre outros; além de ter realizado como escritor/diretor vários curtas-metragens e documentários. Em 2006 estreou seu segundo curta-metragem como escritor e diretor, I Want To Be A Pilot, que depois de ter passado pelo Festival de Sundance, colheu mais de meia centena de prêmios internacionais. Nesse mesmo ano, dirigiu no México o curta-metragem de documentário La morena, que participou da competição do Festival de Morelia em 2007, na categoria Curta-metragem de Documentário Mexicano. Em 2010 recebeu uma das bolsas da Cinéfondation para participar no Ateliê do Festival de Cannes, onde começou a desenvolver o seu primeiro longa-metragem, La jaula de oro.

La jaula de oro estreou mundialmente em 2013 na seção oficial do Festival de Cannes, Un certain regard, levando o prêmio de melhor elenco, o prêmio Gillo Pontecorvo e a menção de honra François Chalais. Em sua estreia no FICM em Morelia, ganhou três reconhecimentos: Prêmio do Público, Melhor Longa de estreia e o Prêmio Guerrero da imprensa. Como diretor ganhou Melhor Diretor no Festival de Vladivostock, Melhor Novo Diretor no Festival de Chicago, Melhor Diretor no Festival de Tesalónica, Melhor Diretor no Festival de Havana em Nova York, Melhor Direção no Festival Luiz Buñuel na Espanha, Prêmio de Melhor Diretor pela Fundação Satjavit Ray em UK e o Prêmio Jean Renoir, na França. Também ganhou o Melhor obra prima em Lima, Havana, República Dominicana e Melhor Filme em Mumbai, Mar del Plata, Tesalónica, entre outros. Até o momento, La jaula de oro recebeu 81 prêmios nacionais e internacionais, entre eles, 9 Ariel pela Academia Mexicana de Cine, incluindo Melhor Filme, Melhor Obra prima e Melhor Roteiro Original, e também Melhor Filme Ibero-americano na primeira edição dos Prêmios Fénix.

 

GIBRÁN PORTELA (Cidade de México, 1979)

Formado como técnico em computação, Gibrán estudou roteiro no Centro de Capacitación Cinematográfica (México) e fez o curso de escritores da SOGEM. Comida china, roteiro escrito com Francisco Santos, obteve o apoio do IMCINE em 2006. Foi bolsista de dramaturgia da FLM (2007-2008 e 2008-2009) e recebeu o Prêmio Nacional de Teatro Joven Mancebo del Castillo 2008, por Alaska (montada na Cidade do México e em Nova York—bolsa Fonca-Lark—, Chicago, Monterrey, Madrid, Moscou e Sibéria, Monterrey e Mazatlán, por diferentes diretores). Lejos, volar recebeu a bolsa Jovens Criadores 2011- 2012. Hay un lobo que se come el sol todos los inviernos foi ganhadora do concurso de dramaturgia Emilio Carballido 2012, traduzida para o russo pela poeta Irina Usoltseva. Residência FONCA/BANF no Canadá (2013). Obras montadas: AlaskaLejos, volar, Adiós y buena suerteEscocia, Hay un lobo que se come el sol todos los inviernos, entre outras. Roteirista dos filmes La jaula de oro, dirigido por Diego Quemada-Diez; Güeros, dirigido por Alonso Ruizpalacios (filme vencedor em Berlim, Tribeca, San Sebastián e outros festivais; menção de Melhor Roteiro no AFFI FEST L.A.); Región salvaje, de Amat Escalante, filmado em setembro de 2015. Roteirista de telenovelas e várias séries de televisão. Integra a companhia de teatro Los Bocanegra. Livros publicados: Alaska en Teatro de la gruta VIII (Tierra adentro), Hay un lobo que se come el sol todos los inviernos (Ed. UANL), Shangai (Tierra adentro) e Adiós y buena suerte (Ed. El milagro).

Gibrán Ramírez Portela e Quemada-Diez obtiveram o Ariel de Melhor Roteiro Original e a indicação ao Prêmio Ibero-Americano de Cinema Fénix, na categoria Roteiro, em 2014. Recebeu diversos reconhecimentos por parte do IMCINE, CONACULTA e IBERMEDIA por seus roteiros: Nos vemos, papáOfeliaSuerte de eternidad e Tamara y la catarina.

 

LUCÍA CARRERAS (Cidade de México, 1973)

Diretora e roteirista iniciou sua carreira com o longa-metragem Nos vemos, papá, que estreou no México em janeiro de 2013, depois de ter percorrido diversos festivais internacionais, entre eles o 47 Festival de Karlovy Vary, Rep. Checa, onde aconteceu a premier internacional do filme. Posteriormente dirigiu com Ana V. Bojórquez a coprodução México-Guatemala La casa más grande del mundo, que teve sua premier mundial na Berlinale em 2015 como parte da seleção oficial da competição da seção Generation. Atualmente trabalha na produção de seu terceiro longa-metragem,Tamara y la catarina, com roteiro de sua autoria. Em paralelo, Carreras se dedica à pós-produção do curta-metragem La boda de Baba, que conta com o apoio do programa de pós-produção de curta-metragem outorgado pelo Instituto Mexicano de Cinematorgrafía e que terá sua premier em 2016.

Em sua faceta de escritora, Carreras co-escreveu, em parceria com o diretor, o longa-metragem Año bisiesto (Dir. Michael Rowe, 2010), filme que ganhou a Câmera de Ouro no 63 Festival de Cinema de Cannes e pelo qual indicaram a Carreras e a Rowe ao Ariel de Melhor Roteiro Original. Também participou na co-escritura de La jaula de oro, filme que estreou na mostra Un Certain Regard no 66 Festival de Cannes e pela qual Carreras,

 

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